“Kleptocracia” explode o custo Brasil - por Luiz Flávio Gomes

“São as elites e oligarquias governantes e dominantes as grandes responsáveis pelo grau insuperável de degeneração moral no ambiente cultural, econômico e político. Sem credibilidade não há investimento, e sem investimento não há crescimento econômico”


A um clique de um grande amor - por Beth Veloso

Os tempos de Barbie e Falcon acabaram. Hoje em dia até mesmo as bruxinhas podem ser encantadoras. Elas só precisam encontrar o seu Merlin. Na rede de relacionamentos que é a internet, você pode se casar, descasar, juntar ou fazer juras eternas de amor”




E se fossem um juiz, um presidente e um professor?

A virulência psicológica e física a que são submetidas as mulheres, em pleno século XXI, independentemente de serem elas a Chefe do Poder Executivo do País, um membro do Poder Judiciário ou um membro da Academia, o que nada mais é que reflexo de uma sociedade patriarcal que tenta ratificar a hegemonia masculina por meio da submissão da mulher.


Dunga, até quando? - por Mauro Cezar Pereira

Nessa segunda passagem à frente do time cebeefiano, Dunga dá seguidas demonstrações de que não é capaz de tirar o melhor dos jogadores. Sequer relaciona os melhores. E entre dois zagueiros que choraram na Copa do Mundo, escolhe o pior. A partida contra o Uruguai foi mais um exemplo claro, nítido, de que a "Era" pós 7 a 1 poderá ser ainda mais macabra se nada for feito. O rumo precisa mudar logo.



A criança está nua: a exposição infantil que deveria incomodar

 Não falaremos de pedofilia, apesar desse assunto nefasto continuar sendo pauta de diversos debates entre juristas, psiquiatras, assistentes sociais, psicólogos, educadores e sociedade. Já falamos em outras oportunidades. A nudez aqui terá outra conotação que será percebida ao longo das próximas linhas. 

Meio jurídico custa a entender importância das cotas - por Zé paulo Caires

Em ação movida por um aprovado em concurso do Banco do Brasil e não convocado para assumir o cargo em razão da nomeação de cotistas, o juiz considerou que a política de cotas para os concursos públicos afrontaria a Constituição Federal no que se refere ao tratamento isonômico e igualitário com que deve o Estado tratar os cidadãos.