Caixa anuncia nova etapa de seu programa de desligamento voluntário

Expectativa do banco é gerar uma economia anual de aproximadamente R$ 324 milhões com adesão de até 1,6 mil funcionários

Desde 2016, a Caixa registrou o desligamento de 12,5 mil funcionários, dos quais 8,6 mil por meio de PDVs.
A Caixa Econômica Federal anunciou uma nova etapa do Programa de Desligamento de Empregado (PDE) com o objetivo de atingir a meta inicial de 10,2 mil adesões aos programas de demissão voluntária (PDVs). Desde 2016, a instituição registrou o desligamento de 12,5 mil funcionários, dos quais 8,6 mil por meio de PDVs.


O limite de desligamento dessa edição do PDE é de 1,6 mil empregados, conforme orçamento do banco aprovado para o ano. Caso esse total seja alcançado, a expectativa é economizar mais de R$ 324 milhões ao ano, de acordo com a Caixa.

Podem aderir ao PDE os empregados aposentados ou aptos a se aposentar até o último dia do ano; empregados com mais de 15 anos de trabalho na Caixa; ou ainda aqueles que possuem adicional de incorporação de função de confiança.

Segundo a assessoria da Caixa, as condições dos demais PDVs permanecem, como o incentivo de 9,8 remunerações do salário base do empregado, considerando o último reajuste da categoria. Essa bonificação será paga em parcela única, sem desconto do imposto de renda e de encargos sociais.

Aqueles empregados que estão em vias de se aposentar o plano de saúde Caixa será mantido. Para os demais, o plano será mantido por 24 meses, sem custo adicional. O valor será pago em parcela única sem incidência de imposto de renda e encargos sociais. O empregado que se for desligar ou desligamento mantem o saúde da Caixa. Os demais que não estiverem com aposentadoria até 28 de fevereiro tem plano de saúde por 24 meses, sem custo adicional.

O banco informou ainda que o lucro acumulado em nove meses deste ano, de R$ 11,5 bilhões, divulgado no último dia (14/11), “foi impactado de forma direta pela redução de 7,1% nas despesas de pessoal em relação ao mesmo período de 2017”.


Por: Correio Braziliense